Blog do Gustavo Xavier

Romero Rodrigues: a conta para ser federal, a possibilidade da vice de Cícero e o olhar em 2028

Advertisement
var rnd = window.rnd || Math.floor(Math.random()*10e6); var pid1138360 = window.pid1138360 || rnd; var plc1138360 = window.plc1138360 || 0; var abkw = window.abkw || ''; var absrc = 'https://servedby.metrike.com.br/adserve/;ID=181570;size=300x250;setID=1138360;type=js;sw='+screen.width+';sh='+screen.height+';spr='+window.devicePixelRatio+';kw='+abkw+';pid='+pid1138360+';place='+(plc1138360++)+';rnd='+rnd+''; document.write('');

O deputado federal Romero Rodrigues é muito ‘cauteloso’, podemos assim dizer. Em 2018, 2022 e 2024 freou mudanças em seu caminho político para não arriscar e frustrou aliados. Agora, em 2026, vai precisar ser um pouco mais ousado.

O cenário para a disputa de deputado federal na Paraíba, com a redução de vagas de 12 para 10, ligou um alerta nos gabinetes dos paraibanos em Brasília. Um deles, o 610 do deputado Romero.

Nos bastidores, a conta feita é a seguinte: das 10 vagas, duas estão destinadas certamente para o bolsonarismo e outra para o petismo. Além disso, vem forte o deputado estadual George Morais em busca de uma vaga com o irmão, o senador Efraim Filho, candidato a governador e turbinado com o fundão eleitoral do PL.

Sobrando, em teoria, sete vagas o caminho se estreita. Romero Rodrigues está no Podemos junto com Ruy Carneiro, que apesar de projetar uma queda na votação em João Pessoa, aumentou bases e se consolidou na casa dos 100 mil votos.

O ‘mago’ de Galante também reforçou as bases, mas, por incrível que pareça, o calo está na sua querida Campina Grande. A votação na cidade é uma incógnita. Rodrigues em 2022 teve 69 mil votos na cidade e seu staff acredita que em 2026, com muito trabalho, chegue a faixa dos 40 mil.

É importante lembrar que a redução de cadeiras eleva o quociente necessário para o partido. Assim, na Paraíba, estima-se que esse quociente passa de 180 mil votos para 220 mil para eleger apenas um deputado. Ou seja, para eleger Romero e Ruy novamente, o Podemos vai precisar encontrar mais 80 mil votos na sua cauda.

O ex-prefeito de Campina Grande então decidiu abrir os horizontes. Surge forte nos bastidores a possibilidade de Romero Rodrigues ser o vice de Cícero Lucena, indo contra todos os prognósticos.

A análise dos romeristas é até simples: sendo vice do ‘Caboquinho’, faz parte de uma chapa fortíssima e, tendo êxito, ganha uma nova ‘estrutura’. Em caso de derrota, se sacrificou pelo grupo.

Nos dois cenários Romero ganharia a vez de escolher. Qual seria essa escolha? Ser o candidato do seu grupo a prefeito de Campina Grande.

Parece distante? O 2028 para os políticos, a bem da verdade, é logo ali.

Advertisement
var rnd = window.rnd || Math.floor(Math.random()*10e6); var pid1138360 = window.pid1138360 || rnd; var plc1138360 = window.plc1138360 || 0; var abkw = window.abkw || ''; var absrc = 'https://servedby.metrike.com.br/adserve/;ID=181570;size=300x250;setID=1138360;type=js;sw='+screen.width+';sh='+screen.height+';spr='+window.devicePixelRatio+';kw='+abkw+';pid='+pid1138360+';place='+(plc1138360++)+';rnd='+rnd+''; document.write('');
Sair da versão mobile