Blog do Gustavo Xavier

Polícia Federal e Justiça deveriam explicar por que esperaram eleição de Cabedelo acontecer para deflagrar operação

Advertisement
var rnd = window.rnd || Math.floor(Math.random()*10e6); var pid1260693 = window.pid1260693 || rnd; var plc1260693 = window.plc1260693 || 0; var abkw = window.abkw || ''; var absrc = 'https://servedby.metrike.com.br/adserve/;ID=181570;size=300x250;setID=1260693;type=js;sw='+screen.width+';sh='+screen.height+';spr='+window.devicePixelRatio+';kw='+abkw+';pid='+pid1260693+';place='+(plc1260693++)+';rnd='+rnd+''; document.write('');

Menos de 48h depois das urnas serem fechadas e Edvaldo Neto (AVANTE) ser eleito prefeito, uma operação da Polícia Federal, em conjunto com outros órgãos e autorizada pela Justiça, abala a cidade de Cabedelo. O gestor interino foi afastado suspeito de participar de um esquema fraudulento de R$ 270 milhões em licitações envolvendo facções criminosas.

A pergunta que o cabedelense e o paraibano faz neste momento é a seguinte: por que esperaram a eleição acontecer para deflagrar a operação?

A resposta, deverá ser, que a investigação não pode levar em conta um processo eleitoral. Ou que o ideal era esperar para não interferir no resultado.

Na verdade, não haverá resposta.

Cabedelo terá mais um prefeito interino e seguirá em uma grande instabilidade política até Edvaldo Neto ser, por incrível que pareça, diplomado e empossado, já que o afastamento ainda não tem consequências eleitorais.

Advertisement
var rnd = window.rnd || Math.floor(Math.random()*10e6); var pid1260693 = window.pid1260693 || rnd; var plc1260693 = window.plc1260693 || 0; var abkw = window.abkw || ''; var absrc = 'https://servedby.metrike.com.br/adserve/;ID=181570;size=300x250;setID=1260693;type=js;sw='+screen.width+';sh='+screen.height+';spr='+window.devicePixelRatio+';kw='+abkw+';pid='+pid1260693+';place='+(plc1260693++)+';rnd='+rnd+''; document.write('');
Sair da versão mobile